A
técnica cirúrgica engloba:

Fig. 4, 5 e 6 - Principais fases da EMCA
1.
Incisão vestibular superior; deslocamento sub-periósteo
e da mucosa do pavimento e paredes externas das fossas nasais.
2. Corticotomia das paredes anteriores do seio maxilar numa direcção
paralela ao plano oclusal maxilar. Disjunção pterigo-maxilar
e osteotomia do septo nasal e vomer.
3. Osteotomia mediana maxilar, seguida de mobilização dos
dois segmentos maxilares com a ajuda de osteotomo recto colocado, primeiramente,
no sentido antero-posterior e, seguidamente, numa posição
oblíqua para trás e para baixo.
4. Activação do distractor até aos 4mm, verificando-se
se a expansão é simétrica. Desactivação
do distractor, deixando uma expansão residual de 1,5mm.
5. Início da activação ao 5ºdia: 0,25mm manhã
e 0,25mm à noite.
A expansão deve ser completada antes das três semanas após
a cirurgia, a qual se segue contenção esquelética
durante pelo menos seis meses. Não se deve fazer sobreexpansão.

Fig. 7 e 8 - Expansão maxilar pós
cirurgia
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