Concertos
:
- Sines,
Santo André no Festival Icon.
Porto, Meia Cave.
Rio Tinto, Gondomar radical.
Braga, Afrolatinus.
Viseu, Bar Brasil.
Espinho, Dolché bar e no Teatro S. Pedro.
Ovar, Blue Note.
Matosinhos, B-flat e no Projecto Sons do Mundo.
Vila Nova de Gaia, HardClub.
- ShowCase's
• Massive ( Porto Streetwear ) • Invert ( Espinho
Surf Shop ) • Campeonato de Skimming ( Surfing Beach bar
)
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História:
Juntos ,temos
vindo a ver crescer sonhos e metas a atingir.
Sabemos bem que catalogar qualquer tipo de música é
limitá-la áquilo que queremos que ela seja. Assim,
"Shingaii" não é nome de banda."Shingaii"
é a forma de encarar a vida que adoptamos. Significa RAIZ.
Significa que não pretendemos ,nem pretenderemos, ocupar
o espaço de ninguém. A nossa razão de existir
continua a consistir, e continuará, em assumir a nossa música
como realidade firme, presente, enfim, espelho fiel e sincero do
andar dos tempos. Queremos contribuir para o despertar da necessidade
de uma maior participação da geração
que, neste momento, se sente com força e disponibilidade
para alterar o rumo alienante das coisas. Tudo se desenvolve a partir
daqui. Não esperamos o vosso apoio, tentaremos conquistá-lo...
Um passo à frente sem saber se há terra onde pisar...
Fortes, unidos e convictos do que há para mudar. a nossa
música funciona como catalizador que nos impulsiona para
o futuro...
Não falamos de “temas”, falamos do mundo, de
portugal, do povo, (desde a vivência quotidiana à publicidade
enganosa), na esperança que se acorde para a revolução
mais importante: a da mentalidade... Shingaiiada define-se e redefine-se
na sua forma e nos seus elementos dia após dia, é
mais que representação de mc’s, d-j’s,
writters, ou b-boy’s, representa fielmente o sentimento duma
geração que, em Portugal, se sabe fechada a sete chaves
no labirinto.... e tenta aproximá-la com soluções
as saídas.
Atravessa de um lado ao outro a sociedade jovem, no seu quotidiano
pálido e rotineiramente efervescente, procurando salvar o
que resta desse gigante adormecido. A CHAMA DA REVOLTA. Porquê?
Porque nos haveríamos de contentar com o que nos querem impingir
como inalterável ou dificilmente atingível?
Num país onde projectos não faltam, tentamos chegar
a concretizações palpáveis, tudo isto em produções
independentes, mas não por isso tentando profissionalismo.
No dia-a-dia, no que fazemos, no que dizemos, no que defendemos,
no que somos...
Porque não basta lançar o nosso som num país
onde estamos sempre à espera de alguém, ou de alguma
coisa. Sentimos necessidade do primeiro passo em direcção
à verdadeira e pura revolução: a da mentalidade.
Tentamos, lutamos, damos voz ao nosso povo jovem....
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